
“Ainda Pulsa”
Boy in love, Acoustic Guitar Beats, Guitar Solo., male vocals, guitar, alternative rock, hip hop, dance, synth, emo, male voice, edm, pop, epic, house, rap, female vocals, uplifting, sad, slow, indie, trance, , rock, acoustic guitar, Riff Guitar

“Ainda Pulsa”
Boy in love, Acoustic Guitar Beats, Guitar Solo., male vocals, guitar, alternative rock, hip hop, dance, synth, emo, male voice, edm, pop, epic, house, rap, female vocals, uplifting, sad, slow, indie, trance, , rock, acoustic guitar, Riff Guitar
Lyrics
“Ainda Pulsa”
Verso 1 – Quem eu fui
Eu já fui palco, grito, luz na minha cara
Cordas cortando os dedos, a plateia me chamava
Era popstar, era ícone, guitarra em chamas
No camarim promessas, na alma só ressaca
Flash me seguia, eu sorria vazio
Quanto mais aplauso, mais frio
Fama não salva, só distrai
Eu brilhava por fora, por dentro eu caía
Pré-Refrão
Troquei o sol pela noite
O tempo parou pra mim
O que era lenda virou maldição
E eu assinei sem ler o fim
---
Refrão
Eu vivo só, mas não sou vazio
Já fiz merda demais pra fingir que sou limpo
Carrego sangue, culpa e um nome esquecido
Mas ainda pulsa algo humano em mim
Ainda pulsa…
Contra tudo que eu me tornei
Ainda pulsa…
Mesmo depois do que eu fiz
---
Verso 2 – A transformação
Não foi mordida bonita, nem romance antigo
Foi dor, foi grito preso no peito
O coração morreu antes do corpo
E o silêncio virou meu jeito
Vi amigos envelhecerem
Vi amores virarem pó
Eu fiquei, imóvel no tempo
Aprendendo a ficar só
Aprendi a caçar, a fugir do espelho
A rir quando não sinto nada
Aprendi que monstros também lembram
E memória é a pior das pragas
---
Verso 3 – As merdas que fez
Já usei gente como escudo
Já menti olhando nos olhos
Já sumi deixando feridas
Que nem o tempo fecha direito
Já confundi fome com desejo
Já chamei vício de amor
Tem nomes que eu não digo
Mas ouço toda vez que vem o odor
Pré-Refrão 2
Não me absolve, eu sei
Não peço perdão também
Só digo a verdade crua
Pra não enlouquecer
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Refrão
Eu vivo só, mas não sou vazio
Já fiz merda demais pra fingir que sou limpo
Carrego sangue, culpa e um nome esquecido
Mas ainda pulsa algo humano em mim
Ainda pulsa…
Mesmo tentando matar
Ainda pulsa…
Algo que não quer calar
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Ponte – As visões dela
E então ela aparece
Não sei se é sonho ou castigo
Ela não grita, não foge
Ela me olha como um vivo
Vem nas visões, na penumbra
Entre um gole e outro de dor
Não me pede promessas
Só fica… e isso dá terror
Porque quando ela sorri
Eu lembro quem eu era
E isso dói mais do que a fome
Mais do que a própria espera
---
Verso Final
Talvez eu não mereça redenção
Talvez nem exista pra mim
Mas se ainda sinto algo por ela
Então… eu não cheguei ao fim
Refrão Final – Mais contido
Eu vivo só, mas não sou vazio
Entre monstros, memórias e dias iguais
Se ainda existe algo humano em mim
É porque ela aparece…
E me puxa pra trás
