
Contrato de inverno
rock medieval , male vocals

Contrato de inverno
rock medieval , male vocals
Lyrics
Intro (folk medieval / coral distante)
O aviso vem em moeda…
não em oração
Verso 1 (rock medieval narrativo)
O inverno chega cedo nessas terras
Estradas somem antes do fim
Quando crianças não dormem à noite
É porque algo anda por aí
Monstros não são conto antigo
São hábito, são rotina cruel
Entre florestas que observam caladas
Alguém precisa atravessar o véu
Refrão (rock medieval / vocal de coro)
Não sou bênção nem salvação
Sou o acordo que restou
Se o medo bate à porta do mundo
Sou eu quem responde — e vou
Não fico depois do silêncio
Não peço para lembrar
Quando o inverno cobra seu preço
Eu faço o que precisa
E saio do lugar
Verso 2 (rock medieval mais pesado)
O corpo mudou antes da escolha
Algo queimou por dentro e ficou
Olhos que veem onde falta esperança
E um coração que aprendeu a ser só
Dois aços presos nas costas
Sinais marcados na mão
Poções que salvam na hora certa
E cobram depois… sem perdão
Pré-Refrão (queda de instrumental / tensão)
Não carrego promessas comigo
Só preparo e atenção
Entre homens e monstros perdidos
Erro custa mais que compaixão
Refrão (rock medieval / vocal de coro)
Não sou bênção nem salvação
Sou o acordo que restou
Se o medo bate à porta do mundo
Sou eu quem responde — e vou
Não fico depois do silêncio
Não peço para lembrar
Quando o inverno cobra seu preço
Eu faço o que precisa
E saio do lugar
Ponte (rock medieval de combate)
O cheiro vem antes do som
Carne antiga, território errado
Prata firme na mão direita
Respiração curta, chão marcado
Um sinal rasga o ar por segundos
Garras passam onde eu não estou
Não é força — é ângulo e tempo
Quem pensa sobrevive
Quem não, acabou
Veneno corre quente na veia
O mundo estreita, o erro aparece
Um golpe falha, o corpo cobra
Mas o fim… nunca esquece
Refrão Final (rock medieval épico)
Não sou bênção nem salvação
Sou o limite entre o fim e o chão
Se a escuridão pede sangue ou coragem
Eu escolho ação
Quando o silêncio toma o lugar do medo
E a neve cobre o chão
A prata volta suja…
E eu sigo em outra direção
Outro (folk medieval / encerramento)
A vila dorme.
O inverno passa.
Eu não fico.
