
Ofensa
Acoustic R&B soul with a pop-hip-hop fusion. Smooth male vocals over a clean guitar melody and subtle hip-hop beat.
Luidi@07·2:13

2:13
Ofensa
Acoustic R&B soul with a pop-hip-hop fusion. Smooth male vocals over a clean guitar melody and subtle hip-hop beat.
Creator: Luidi@07Release Date: August 31, 2025
Lyrics
(Verso 1)
A mochila tá vazia,
E estou num perrengue.
Minha mente em alerta,
Numa câmera lenta.
(Verso 2)
Meu primeiro milhão,
Parece tão distante.
Um delírio nessa gente,
Sobre achar às notas.
(Verso 3)
E a inveja que me quebra,
E bate na minha porta.
E a loucura que insiste,
Em ser um troféu.
(Ponte)
Os otários que me ligam,
Pra saber onde encontra!
Assinado,
Rabiscado,
Com uma digital.
(Refrão)
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
(Verso 4)
Tudo se passa naquela zona nobre,
Um luxo que a mente entra e volta pra esse breu.
O cheiro de mentiras,
Faz lembrar desses bichos.
Que se foram entre uma luta e cansaço arbítrio.
(Verso 5)
E a guerra eterna onde vive essa grana.
O dinheiro governa onde vive a lei.
Eu falo de paz,
Eles falam de guerra.
Se eu falo amor,
Eles falam de dor.
(Verso 6)
Uma roleta russa,
Entre o abismo.
E a minha voz,
Que é o meu instinto.
(Verso 7)
Eles perguntam onde é,
De onde eu tirei.
Eu tiro o silêncio,
Numa espera sem rei.
Me ensina o que prega,
Será que não entendem.
Não sentem o calor,
Que passam pela gente!
(Ponte)
E o que sou agora,
E não serás por acaso.
De onde veio essa luta,
Sangue encobrem as mãos.
(Refrão)
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
"© Luidi@07 - 2025. Todos os direitos reservados."
A mochila tá vazia,
E estou num perrengue.
Minha mente em alerta,
Numa câmera lenta.
(Verso 2)
Meu primeiro milhão,
Parece tão distante.
Um delírio nessa gente,
Sobre achar às notas.
(Verso 3)
E a inveja que me quebra,
E bate na minha porta.
E a loucura que insiste,
Em ser um troféu.
(Ponte)
Os otários que me ligam,
Pra saber onde encontra!
Assinado,
Rabiscado,
Com uma digital.
(Refrão)
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
(Verso 4)
Tudo se passa naquela zona nobre,
Um luxo que a mente entra e volta pra esse breu.
O cheiro de mentiras,
Faz lembrar desses bichos.
Que se foram entre uma luta e cansaço arbítrio.
(Verso 5)
E a guerra eterna onde vive essa grana.
O dinheiro governa onde vive a lei.
Eu falo de paz,
Eles falam de guerra.
Se eu falo amor,
Eles falam de dor.
(Verso 6)
Uma roleta russa,
Entre o abismo.
E a minha voz,
Que é o meu instinto.
(Verso 7)
Eles perguntam onde é,
De onde eu tirei.
Eu tiro o silêncio,
Numa espera sem rei.
Me ensina o que prega,
Será que não entendem.
Não sentem o calor,
Que passam pela gente!
(Ponte)
E o que sou agora,
E não serás por acaso.
De onde veio essa luta,
Sangue encobrem as mãos.
(Refrão)
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
Entrei com pé na porta,
E não pedi licença.
O corre sendo meu,
Será que é ofensa.
Eles tentaram me parar,
Mas tem uma remessa,
Que não param de mandar,
Será que estão em beta!
"© Luidi@07 - 2025. Todos os direitos reservados."
