
Vincent van Gogh
Brazilian Portuguese Language, Hip Hop's, Rap's, Dutch Folk Music's style, Hammered Dulcimer, Orchestral Strings, Cello, Accordion, Heavy Hip Hop Drums, Emotional Aggressive Vocals, Cinematic.

Vincent van Gogh
Brazilian Portuguese Language, Hip Hop's, Rap's, Dutch Folk Music's style, Hammered Dulcimer, Orchestral Strings, Cello, Accordion, Heavy Hip Hop Drums, Emotional Aggressive Vocals, Cinematic.
Lyrics
Title
Vincent van Gogh
Intro
Traditional Dutch folk melody played on a lonely Hammered Dulcimer
Wind howling sound effect with deep atmospheric cello
Slow, heavy boom-bap hip hop beat enters
As cores... elas não param de gritar na minha cabeça!
Vocês veem o amarelo? Ou só veem a loucura?
Verse 1
Low, gravelly rap vocal, intense and shaky
Aggressive but artistic flow
Nascido em Groot Zundert, sob o céu de chumbo
Vim com a alma exposta pra encarar o mundo
Tentei ser pastor, tentei a salvação
Mas Deus não mora na igreja, mora na imensidão
O carvão dos mineiros sujou minha mão de preto
Enquanto a sociedade me olhava com decréto
Troquei o sermão pela tela e pelo traço
Buscando o infinito em cada novo cansaço!
Verse 2
Strings building up with a dramatic cello line
Fast rhythmic rap delivery
Theo, meu irmão, o único que me entende
Enquanto o mercado de arte só se vende e se rende
Eu pinto o que pulsa, eu pinto o que queima
A realidade é gasta, mas minha mente teima
De Haia pra Paris, o brilho me cegou
O impressionismo veio e o meu rumo mudou
Mas o sol do sul tinha um plano diferente
Um amarelo tão vivo que enlouquece a gente!
Chorus
Epic orchestral hip hop with Dutch accordion accents
Deep, melodic and tragic chorus
Sou eu, o Van Gogh, com o pincel em brasa
Um pássaro ferido procurando a casa
(Ninguém compra minha luz!)
Entre o azul da noite e o trigo que balança
Eu perco o juízo, mas não a esperança
O mundo é muito opaco pro meu olho vibrante
Por que me deixaram aqui tão distante?
Cadê minha cor?
Verse 3
Beat drops with haunting woodwind instruments
Angry, psychotic rap tone
Arles era o sonho de uma casa amarela
Mas Gauguin chegou e quebrou a janela
A navalha brilhou, o sangue escorreu
O pedaço de mim que o silêncio colheu
Entregue na mão de quem não quis ouvir
O grito de um gênio que só quis existir
O hospício é o meu palco, o jardim é a céla
Mas a noite estrelada... ah, como ela é béla!
Verse 4
Hammered Dulcimer playing a frantic, fast melody
Emotional, breathless rap
Caminho no campo com o cavalete nas costas
O corvo voa alto esperando respostas
Um tiro no peito, o trigo se manchou
O último quadro que o destino pintou
"A tristeza durará para sempre", eu disse
Antes que a luz do meu olho se partisse
Vendi apenas um quadro, morri na miséria
Pra ser o delírio da vossa matéria!
Interlude
Dutch folk violin solo - fast, manic and beautiful
Sudden silence with only a ticking clock
(Eu não estou louco... eu apenas vejo a verdade!)
(A natureza está viva! Ela está respirando!)
Verse 5
Final emotional peak, full orchestral rap
Powerful and visionary tone
O óleo na tela virou meu testamento
Virei imortal no meio do tormento
Dizem que sou gênio, que sou obsessivo
Mas deixei o meu brilho no mundo, estou vivo!
Podem olhar pro céu e ver o meu turbilhão
A sombra que eu fiz é pura iluminação
Morro sem nada, mas eterno no museu
O homem que a luz finalmente colheu!
Bridge
Slow rap over melancholic piano and wind
(Eles não enxergam...)
A tinta é o sangue que escorre da mão
(Escorre da mão...)
A arte é o sonho, a vida é a prisão
Virei girassol na vóssa escuridão!
Chorus
Maximum intensity - Grand Dutch Orchestral Hip Hop
Sou eu, o Van Gogh, com o pincel em brasa
Um pássaro ferido procurando a casa
(Eu quero pintar o sol!)
Entre o azul da noite e o trigo que balança
Eu perco o juízo, mas não a esperança
O mundo é muito opaco pro meu olho vibrante
Por que me deixaram aqui tão distante?
Outro
Wind sound effect growing louder
Final single Hammered Dulcimer note
Theo... me leve pra casa...
O sol... está tão bonito hoje...
Só mais uma pincelada...
End
Silent end
