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Olhar Cético / Detetive Wayne (Londres 1885)

This track fuses dark drill rhythms with Detroit-style synths, glitchy electronic textures, and heavy doomshop subbass. Sharp, distorted drum patterns drive the verses, while chaotic effects warp the atmosphere. Intermittent nerdcore-inspired bleeps and processed vocals intensify the edge.

Lucas·4:18

Lyrics

Resumo:

“Londres 1885”, é um RPG feito e baseado em Ordem Paranormal, e Jujutsu Kaisen.

No nosso mundo, longe do habitual do nosso dia-a-dia, criaturas, magias, feiticeiros, rituais, e demônios se escondem anonimamente, sob o paranormal, completamente longe dos holofotes e das pessoas normais.

Detetive Norbert Wayne foi interpretado por um moleque da outra turma que entrou de intruso no rpg kkkkk, e no fim virou um dos mais marcantes.

Detetive Norbert Wayne, famoso detetive nascido em Londres, de descendência japonesa, ele é apontado e referido como o melhor detetive do mundo.

A característica mais marcante no personagem, é seu ateísmo/ceticismo, que faz com que ele simplesmente não acredite em nada sobre espiritualismo ou religioso, ou seja, ele acha que o paranormal não existe…mesmo lutando contra magos estranhos e demônios e criaturas bizarras.

Ele atua com uma pistolinha e um sonho. (E com balas amaldiçoadas dadas pelo meu personagem, o Naster :))

E possui uma das habilidades mais roubadas e convenientes para um rps desse tipo, que inclusive dá o nome dessa música.

Por fim, sobre a personalidade, é aquele típico arquétipo de gentleman britânico, sendo muito inteligente, e com sentidos aguçados, com um olhar afiado.

Wayne então, forma o trio principal da primeira temporada de Londres 1885 junto de Naster e Regalita.

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intro

Yeah, yeah, yeah…

Aham…

Skrrr…

Oh yeah, yeah, yeah…

Aham…

verso 1

Chegando na mansão

Dispenso apresentação!

Vim desvendar essa série de casos

Que tanto assola a nação!

Esse já é o sexto!

Tem algo acontecendo!

E quem vai resolver

Se não o melhor detetive do mundo inteiro!?

Detetive Wayne, um cavalheiro!

Londrino, com traços asiáticos?

Observar todo o ambiente, é o jeito!

Analisando cada pista com cuidado!

E nada escapa da visão, de um olho bem aguçado!

Que barulho é esse?

É de novo esses moleques?

Dessa vez cheguei primeiro

O que eu quero, cês também querem?

verso 2

Eu não forço ser gentil

Sou sincero, mas na moral!

Não dá pra levar isso a sério…

Isso tudo é “obra do paranormal”?

Não é querer insultar crenças

Nem costumes, modos, sem engano!

Mas tudo é explicado pela ciência

Paranormal é uma bizarrice sem tamanho!

Cês tem um lugar?

Ok, vou os seguir!

Porque quero desvendar

Já que sou detetive!

Como que vou lutar

Contra algo que não acredito?

Existindo ou não

Humano ou assombração

Acho que ninguém resiste

A um bom tiro! Tiro! Tiro! (Pow pow! Bang!)

ponte

Balas amaldiçoadas?

Pra mim muda nada!

Mas ficou estiloso

Obrigado meu camarada!

Rotas separadas…

Becos e ruas tão caladas…

Então cês não sabe de nada?

É melhor contar…

Porque a trinta e oito tá carregada!

refrão

Cada mínimo detalhe

Não deixo passar!

Um crime indecifrável?

Eu quem vou desvendar!

Como luto contra algo

Que não posso acreditar?

É só descer o ferro

Que a bala vai cantar!

Isso não existe de verdade

O paranormal é uma bobagem!

Tudo tem lógica na realidade

Isso tudo é uma miragem!

“Como pode alguém

Ser ignorante a esse ponto?

Se tá vendo com seu olho

Então por que isso não tá certo?”

Você tem um bom ponto

Mas não, eu não sou louco

Tudo o que sou…

É ser absolutamente cético!

verso 2

Vamo’ que não tenho todo o dia!

Então vocês tem magia?

(Pff!) Papo furado!

Isso tudo é mentira!

Se cês são magos, então me diga…

(Como que minha bala

No teu crânio, abriu um buraco?)

Não acredito em nada

Ainda não percebeu?

Pode ser demônio, magia, fantasma

Ou até mesmo Deus!

Ironicamente essa

É a bença que o mundo me deu?

Quem melhor pra achar uma base escondida

Conjurada a base de magia, feita pra quem acredita

Se não eu?

pré-verso

Naster ficou possuído?

Como um maniaco varrendo

Esses otários rapidinho…

Mas que porra tá acontecendo!?

Pelo que parece…

Tem um demônio nascendo!

Ele grita tão alto

E por que os dois tão tremendo?

Eu tô- eu tô vendo!

Mas com esses meus olhos

Eu simplesmente não creio! C-creio!

interlúdio - narração

“O demônio Furfur

Ativa sua habilidade!

A “Visão do Abismo”

Faz com quem olhar pra ele

Role um teste de sanidade!”

“Mas há uma exceção…entre os jogadores da mesa!

Não importa o quanto esteja perto!

Detetive Wayne resiste com sua vontade

Porque ele rejeita sua existência

Já que possui o Olhar Cético!”

verso 3

Até o tinhoso ficou bolado!?

Te olho, e não acredito em tu!

Isso mesmo meu caro! O pai já tá carregado!

Eu disse que iria solucionar esse caso!

Então vai tomar no cu!

Essa foi por pouco!

Se não desvio, sou morto!

Ainda não acredito! Não sou louco!

Só não sou religioso!

Isso é algum problema?

Claro que não…

Veja eu matar um demônio

No pipoco!

ponte

No mundo se abriu portais?

Rapaz, isso pra mim já é demais!

Se vou arregar agora? Jamais!

Eu solucionei um caso, e agora o que se faz?

Um detetive quando tem um caso encerrado…

Ele quer mais! Ele quer mais!

refrão

Cada mínimo detalhe

Não deixo passar!

Um crime indecifrável?

Eu quem vou desvendar!

Como luto contra algo

Que não posso acreditar?

É só descer o ferro

Que a bala vai cantar!

Isso não existe de verdade

O paranormal é uma bobagem!

Tudo tem lógica na realidade

Isso tudo é uma miragem!

“Como pode alguém

Ser ignorante a esse ponto?

Se tá vendo com seu olho

Então por que isso não tá certo?”

Você tem um bom ponto

Mas não, eu não sou louco

Tudo o que sou…

É ser absolutamente cético!

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