
CANGANDO POESIA – versão punk pesada 2.0 🔥
[ pumk rock pesado / guitar riff / guitar base / futuristic / synt / moog / claps / back vocals / uk / persona fabio mattos vintage no vocalize / hi quality / studio quality ] , carioca, skate punk, alternative rock, night vibes

CANGANDO POESIA – versão punk pesada 2.0 🔥
[ pumk rock pesado / guitar riff / guitar base / futuristic / synt / moog / claps / back vocals / uk / persona fabio mattos vintage no vocalize / hi quality / studio quality ] , carioca, skate punk, alternative rock, night vibes
Lyrics
[Verso 1]A rua range sob a sola da minha bota furada,
o dia me encara torto, como quem pede porrada.
Carrego no bolso a fome, a trapaça, a ironia,
e um punhado de frases tortas cuspidas na ventania.
[Verso 2]O mundo empurra, mas eu empurro de volta,
se bater na porta errada, nego, a pancada revolta.
A cidade late feito cão com raiva e sem guia,
e eu sigo riscando muro, cangando poesia.
[Ponte]Se a vida desce amarga, eu mastigo na marra;
se tentam calar, eu devolvo na farra.
Não tem santo na calçada, só louco que desafia,
e eu no meio gritando, cangando poesia.
[Refrãoo]Cangando poesia!
Na cara do sistema, sem pedir licença.
Cangando poesia!
Se o mundo me ofende, eu respondo com violência.
Cangando poesia!
No grito que ferve, no peito que estilhaça.
Cangando poesia!
Minha palavra é navalha — corta, rasga e abraça.
[Verso 3]O caos me chama pelo nome, eu respondo com deboche,
quem tenta me dobrar tropeça no próprio rochedo mole.
Deixo marca no chão, na parede, na teimosia,
sou vagabundo da alma, cangando poesia.
Final
Se a rua virar guerra, eu viro munição;
se o bar virar igreja, eu viro maldição.
E até o último gole da minha selvageria,
eu sigo vivo, gritando, cangando poesia.
