
Domingo de Sol no Coração
Gênero: Jazz Vintage anos 1920. Voz: Homem, grave, rouca e soulful. Sotaque português de Portugal. Estilo: Otimista, nostálgico, íntimo. Instrumental: Trompete alegre e proeminente (solo), contrabaixo, bateria com brushes, piano. Letra (PT-PT): "Oh, yes, um domingo de sol no coração... Lembro da Rua Velha, o cheiro a bolo no forno... É puro amor." Estrutura: Intro de trompete > verso > refrão > solo de trompete > verso > refrão fade out. Produção: Som quente e analógico, mistura crua.

Domingo de Sol no Coração
Gênero: Jazz Vintage anos 1920. Voz: Homem, grave, rouca e soulful. Sotaque português de Portugal. Estilo: Otimista, nostálgico, íntimo. Instrumental: Trompete alegre e proeminente (solo), contrabaixo, bateria com brushes, piano. Letra (PT-PT): "Oh, yes, um domingo de sol no coração... Lembro da Rua Velha, o cheiro a bolo no forno... É puro amor." Estrutura: Intro de trompete > verso > refrão > solo de trompete > verso > refrão fade out. Produção: Som quente e analógico, mistura crua.
Lyrics
(Verso 1)
Lembro da Rua Velha, o cheiro de bolo no forno
A avó a cantar baixo, limpa até ao último canto
E aquele rádio antigo, com a estática e tudo
A tocar Ella, Duke, e um samba raiz profundo
O tempo parava, era doce a sensação
Um simples e velho tesouro no meu coração.
(Refrão)
Oh, yes, um domingo de sol no coração
O mundo gira devagar, sem pressa, não
O café no ar, o som do vizinho no violão
E eu aqui, a cantar a minha canção
Com um sorriso que vem da alma, sim senhor
É puro amor, é puro amor.
(Ponte)
E às vezes a vida traz nuvens, traz chuva e ventania
Mas olhe lá para dentro, meu irmão, encontre a sua melodia
Porque a felicidade não é um lugar pra chegar
É um comboio em que se embarca ao aprender a amar
Cada ruga na cara, cada história pra contar
É só começar a sorrir, e a música vai tocar.
(Solo de Trompete)
*(A vibrant, improvisational, and happy trumpet solo takes center stage for 16-20 seconds. It should be the highlight, full of personality.)*
(Verso 2)
Agora vejo as crianças a brincar na calçada
O mesmo jogo de sempre, uma nova jornada
E o sol põe-se dourado, a pintar o céu de anil
Mais um dia que se vai, mas fica o bom no meu quintal
Agradeço por este dia, simples e comum
Por este domingo de sol, que nunca terá fim.
(Refrão Final)
Oh, yes, um domingo de sol... no coração
O mundo gira devagar... sem pressa, não
O cheiro do café... o som do violão
E eu aqui, a cantar... a minha canção
Com este sorriso que vem da alma... sim senhor
É puro amor... oh, yeah... é puro amor.
(Outro)
(Music fades gently. The trumpet plays a last, melancholic yet sweet phrase. The singer hums or speaks softly over the ending.)
É puro amor, meu bem... é puro amor...
Tudo fica bem... tudo fica bem.
