
Rugir
Intro com uma guitarra elétrica distorcida, um riff forte e direto ao assunto, acompanhado por uma bateria marcada e pesada. O ritmo é rock 'n' roll puro, com aquela energia crua de garagem.
Sunset vibes🎸🎸☀️·4:18

4:18
Rugir
Intro com uma guitarra elétrica distorcida, um riff forte e direto ao assunto, acompanhado por uma bateria marcada e pesada. O ritmo é rock 'n' roll puro, com aquela energia crua de garagem.
Creator: Sunset vibes🎸🎸☀️Release Date: May 23, 2026
Lyrics
A noite cai e a cidade acorda,
Há um grito preso que a garganta morde.
Passos firmes no passeio escuro,
Caminhamos juntos contra o mesmo muro.
Não há tempo para olhar para trás,
O vento sopra e o destino faz.
Verso 2
Casaco de cabedal, bota cardada,
A nossa vida escrita na estrada.
Mãos calejadas a agarrar o leme,
Quem tem esta força nunca treme.
Olhamos em frente, sem pedir licença,
A nossa voz é a nossa pertença.
Refrão
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito para rugir!
Verso 3
Histórias velhas escritas no vento,
Corações que batem a cem por cento.
Não nascemos para baixar a cabeça,
Que a tempestade não nos adoeça.
Entre fumo, suor e guitarras a abrir,
O rock da malta nunca vai cair.
Refrão
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito para rugir!
Solo de Guitarra
(Um solo longo, melódico mas agressivo, bem ao estilo do rock português dos anos 80/90, que rasga o silêncio e faz vibrar.)
Ponte
E quando a luz do palco se apagar...
A nossa alma continua lá.
Pelas ruas, becos e avenidas,
Cantam-se as dores das nossas vidas.
Refrão (Final com máxima energia)
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito... muito para rugir!
Outro
(A música abranda com batidas secas de bateria e o riff inicial de guitarra a desvanecer.)
Muito para rugir...
Yeah!
(Acorde final seco e estridente
Há um grito preso que a garganta morde.
Passos firmes no passeio escuro,
Caminhamos juntos contra o mesmo muro.
Não há tempo para olhar para trás,
O vento sopra e o destino faz.
Verso 2
Casaco de cabedal, bota cardada,
A nossa vida escrita na estrada.
Mãos calejadas a agarrar o leme,
Quem tem esta força nunca treme.
Olhamos em frente, sem pedir licença,
A nossa voz é a nossa pertença.
Refrão
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito para rugir!
Verso 3
Histórias velhas escritas no vento,
Corações que batem a cem por cento.
Não nascemos para baixar a cabeça,
Que a tempestade não nos adoeça.
Entre fumo, suor e guitarras a abrir,
O rock da malta nunca vai cair.
Refrão
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito para rugir!
Solo de Guitarra
(Um solo longo, melódico mas agressivo, bem ao estilo do rock português dos anos 80/90, que rasga o silêncio e faz vibrar.)
Ponte
E quando a luz do palco se apagar...
A nossa alma continua lá.
Pelas ruas, becos e avenidas,
Cantam-se as dores das nossas vidas.
Refrão (Final com máxima energia)
Dá-me um sinal, diz-me onde vais,
Nesta viagem não olhamos para trás!
Ergue o braço, sente o turbilhão,
Esta é a força da nossa união!
Canta alto, deixa o mundo ouvir,
Que ainda temos muito... muito para rugir!
Outro
(A música abranda com batidas secas de bateria e o riff inicial de guitarra a desvanecer.)
Muito para rugir...
Yeah!
(Acorde final seco e estridente
