
Inspiração
Language PT-BR STYLE: Celtic folk metal ballad, folk rock, sincere. Acoustic guitars, Celtic fiddle, tin whistle, bodhrán, soft bagpipes. Starts intimate, slowly growing into an epic folk metal chorus, celtic, halloween fairytale. Warm male vocal, honest, human, reflective. Epic but grounded, no exaggeration, power metal. Organic, earthy, timeless. Celtic atmosphere, nature, life, sincerity, observation. Strong, memorable chorus meant to be sung in unison. Mood: poetic, introspective, hopeful, real. A Halloween vibe

Inspiração
Language PT-BR STYLE: Celtic folk metal ballad, folk rock, sincere. Acoustic guitars, Celtic fiddle, tin whistle, bodhrán, soft bagpipes. Starts intimate, slowly growing into an epic folk metal chorus, celtic, halloween fairytale. Warm male vocal, honest, human, reflective. Epic but grounded, no exaggeration, power metal. Organic, earthy, timeless. Celtic atmosphere, nature, life, sincerity, observation. Strong, memorable chorus meant to be sung in unison. Mood: poetic, introspective, hopeful, real. A Halloween vibe
Lyrics
Escrevendo esse poema
Para responder uma pergunta
De onde vem tantas palavras?
De onde vem tantos desenhos?
Não tem nenhum segredo espetacular
É só saber observar
Esse presente chamado vida
Nela há tudo e mais um pouco
Pre-Chorus
Nada nasce do vazio
Nada cai do além
Tudo pulsa bem aqui
No agora que me tem
Chorus
Vem da vida que eu vejo
Vem da vida que eu tenho
Do que toca meu coração
Do que passa no meu tempo
Não vem do céu, nem do medo
Nem de um dom além do chão
Tudo nasce, tudo cresce
No meu campo de visão
Para escrever e desenhar
Para sorrir, chorar, se apavorar
Ou quem sabe até se encantar
Nada que escrevo ou desenho foge à minha mão
Estão dentro de meu campo de visão
Limitado, pequeno, até mesmo diria, restrito
Mas observo tudo com carinho
E não tenho medo de ser sincero ao escrever
Pre-Chorus 2
Cada passo, cada olhar
Cada queda e cada fé
É do simples que eu tiro a voz
É do chão que nasce o pé
Chorus
Vem da vida que eu vejo
Vem da vida que eu tenho
Do que toca meu coração
Do que passa no meu tempo
Não vem do céu, nem do medo
Nem de um dom além do chão
Tudo nasce, tudo cresce
No meu campo de visão
Bridge
Cada coisa que observei e senti
Carrega um nome, uma dor, um sinal
Não invento mundos distantes
Eu canto o que é real
Escrevo o que sinto e percebo
O que vejo e observo
É daí que sai tudo que faço
E de nenhum lugar diferente
É magia, é existência
É vida pulsando na gente
Chorus
Vem da vida que eu vejo
Vem da vida que eu tenho
Da verdade em minhas mãos
Do silêncio e do vento
Se eu canto, se eu desenho
É só minha confissão
Tudo nasce, tudo cresce
Apenas da vida que tenho
Chorus stronger and celtic spirit power
Poderoso coral ritualistico, male e female
Escrevendo esse poema
Para responder uma pergunta
De onde vem tantas palavras?
De onde vem tantos desenhos?
Não tem nenhum segredo espetacular
E só saber observar
Esse presente chamado vida
Nela há tudo e mais um pouco
Para escrever e desenhar
Para sorrir, chorar, se apavorar
Ou quem sabe até se encantar
Nada que escrevo ou desenho foge a minha mão
Estão dentro de meu campo de visão
Limitado, pequeno, até mesmo diria, restrito
Mas observo tudo com carinho
E não tenho medo de ser sincero ao escrever
Cada coisa que observei e senti
É daí que sai tudo que faço
E de nenhum lugar diferente
Apenas da vida que tenho
OUTRO
Soft acoustic instruments fading.
Warm, peaceful ending.
