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Inspiração

Language PT-BR STYLE: Celtic folk metal ballad, folk rock, sincere. Acoustic guitars, Celtic fiddle, tin whistle, bodhrán, soft bagpipes. Starts intimate, slowly growing into an epic folk metal chorus, celtic, halloween fairytale. Warm male vocal, honest, human, reflective. Epic but grounded, no exaggeration, power metal. Organic, earthy, timeless. Celtic atmosphere, nature, life, sincerity, observation. Strong, memorable chorus meant to be sung in unison. Mood: poetic, introspective, hopeful, real. A Halloween vibe

Vinicius Diniz·5:21

Lyrics

Escrevendo esse poema

Para responder uma pergunta

De onde vem tantas palavras?

De onde vem tantos desenhos?

Não tem nenhum segredo espetacular

É só saber observar

Esse presente chamado vida

Nela há tudo e mais um pouco

Pre-Chorus

Nada nasce do vazio

Nada cai do além

Tudo pulsa bem aqui

No agora que me tem

Chorus

Vem da vida que eu vejo

Vem da vida que eu tenho

Do que toca meu coração

Do que passa no meu tempo

Não vem do céu, nem do medo

Nem de um dom além do chão

Tudo nasce, tudo cresce

No meu campo de visão

Para escrever e desenhar

Para sorrir, chorar, se apavorar

Ou quem sabe até se encantar

Nada que escrevo ou desenho foge à minha mão

Estão dentro de meu campo de visão

Limitado, pequeno, até mesmo diria, restrito

Mas observo tudo com carinho

E não tenho medo de ser sincero ao escrever

Pre-Chorus 2

Cada passo, cada olhar

Cada queda e cada fé

É do simples que eu tiro a voz

É do chão que nasce o pé

Chorus

Vem da vida que eu vejo

Vem da vida que eu tenho

Do que toca meu coração

Do que passa no meu tempo

Não vem do céu, nem do medo

Nem de um dom além do chão

Tudo nasce, tudo cresce

No meu campo de visão

Bridge

Cada coisa que observei e senti

Carrega um nome, uma dor, um sinal

Não invento mundos distantes

Eu canto o que é real

Escrevo o que sinto e percebo

O que vejo e observo

É daí que sai tudo que faço

E de nenhum lugar diferente

É magia, é existência

É vida pulsando na gente

Chorus

Vem da vida que eu vejo

Vem da vida que eu tenho

Da verdade em minhas mãos

Do silêncio e do vento

Se eu canto, se eu desenho

É só minha confissão

Tudo nasce, tudo cresce

Apenas da vida que tenho

Chorus stronger and celtic spirit power

Poderoso coral ritualistico, male e female

Escrevendo esse poema

Para responder uma pergunta

De onde vem tantas palavras?

De onde vem tantos desenhos?

Não tem nenhum segredo espetacular

E só saber observar

Esse presente chamado vida

Nela há tudo e mais um pouco

Para escrever e desenhar

Para sorrir, chorar, se apavorar

Ou quem sabe até se encantar

Nada que escrevo ou desenho foge a minha mão

Estão dentro de meu campo de visão

Limitado, pequeno, até mesmo diria, restrito

Mas observo tudo com carinho

E não tenho medo de ser sincero ao escrever

Cada coisa que observei e senti

É daí que sai tudo que faço

E de nenhum lugar diferente

Apenas da vida que tenho

OUTRO

Soft acoustic instruments fading.

Warm, peaceful ending.

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