
Dieta da Serpente
Brazilian Portuguese Language, Cazuza's vocal style, Rio de Janeiro Accent, Snarky and Sarcastic Delivery, 1980s Brazilian Rock, Barão Vermelho's early sound, Blues-Rock, Gritty Male Vocals, Driving Bassline.

Dieta da Serpente
Brazilian Portuguese Language, Cazuza's vocal style, Rio de Janeiro Accent, Snarky and Sarcastic Delivery, 1980s Brazilian Rock, Barão Vermelho's early sound, Blues-Rock, Gritty Male Vocals, Driving Bassline.
Lyrics
Title
Dieta da Serpente
Intro
Dirty 1980s Rock guitar riff, Groovy bassline, Snarky blues vibe
Cazuza's iconic laugh or sigh before starting
Verse 1
Fast delivery, Snarky vocal, Rio de Janeiro accent, High clarity
O prato tá cheio,
Mas o gosto é de nada.
Você engole o receio,
Com a cara lavada.
É gourmet a mentira,
Que a elite mastiga.
A verdade se retira,
Pra não causar briga.
Verse 2
Bass-driven rhythm, Sarcastic tone, No pauses
O lucro é o veneno,
Que você bebe rindo.
O mundo tá pequeno,
Pro seu ego subindo.
É a dieta do agora,
Da serpente de terno.
Quem não presta, vai fora,
Direto pro inferno.
Verse 3
Intense rock energy, Cazuza's "shouting" style, Aggressive
Tem selfie na fome,
Tem filtro na dor.
O sistema te consome,
Sem nenhum pudor.
Você paga o ingresso,
Pra ver o próprio fim.
Chama isso de progresso?
Não serve pra mim!
Chorus
Anthemic 80s Rock, Gritty vocals, Epic and cynical
É a dieta da serpente,
Comendo a própria cauda!
Gente que não sente,
Vendendo a alma por uma salva de palmas!
(Engole o veneno!)
(Cospe o que sobrou!)
O mestre do pequeno,
O palhaço que restou!
Verse 4
Slower but tense, Dramatic delivery, Whispered parts
A moral tá no lixo,
Com etiqueta de grife.
Você mata o bicho,
E reclama do bife.
Não tem fato, só pose,
Na vitrine do medo.
Uma overdose,
De segredo e enredo.
Verse 5
Sudden fast tempo, Punchy lines
A serpente te olha,
Com olho de Brasa!
Ela te escolhe na bolha,
Do seu tempo perdido.
Cospe o ouro,
Morde a maçã.
O seu tesouro,
Não chega amanhã!
Chorus
Maximum intensity, Full band blast, High energy
É a dieta da serpente,
Comendo a própria cauda!
Gente que não sente,
Vendendo a alma por uma salva de palmas!
(Engole o veneno!)
(Cospe o que sobrou!)
Outro
Music slows down to a cynical bass and drum beat
Cazuza's spoken voice, tired and ironic
E aí? Tá gostoso o banquete?
A conta chega... e ninguém tem troco.
Saúde... pra quem ainda tem dente.
(A serpente... sou eu.)
(A serpente... é você.)
Fade out
End
Silent end
