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Dieta da Serpente

Brazilian Portuguese Language, Cazuza's vocal style, Rio de Janeiro Accent, Snarky and Sarcastic Delivery, 1980s Brazilian Rock, Barão Vermelho's early sound, Blues-Rock, Gritty Male Vocals, Driving Bassline.

William Brasil·4:14

Lyrics

Title

Dieta da Serpente

Intro

Dirty 1980s Rock guitar riff, Groovy bassline, Snarky blues vibe

Cazuza's iconic laugh or sigh before starting

Verse 1

Fast delivery, Snarky vocal, Rio de Janeiro accent, High clarity

O prato tá cheio,

Mas o gosto é de nada.

Você engole o receio,

Com a cara lavada.

É gourmet a mentira,

Que a elite mastiga.

A verdade se retira,

Pra não causar briga.

Verse 2

Bass-driven rhythm, Sarcastic tone, No pauses

O lucro é o veneno,

Que você bebe rindo.

O mundo tá pequeno,

Pro seu ego subindo.

É a dieta do agora,

Da serpente de terno.

Quem não presta, vai fora,

Direto pro inferno.

Verse 3

Intense rock energy, Cazuza's "shouting" style, Aggressive

Tem selfie na fome,

Tem filtro na dor.

O sistema te consome,

Sem nenhum pudor.

Você paga o ingresso,

Pra ver o próprio fim.

Chama isso de progresso?

Não serve pra mim!

Chorus

Anthemic 80s Rock, Gritty vocals, Epic and cynical

É a dieta da serpente,

Comendo a própria cauda!

Gente que não sente,

Vendendo a alma por uma salva de palmas!

(Engole o veneno!)

(Cospe o que sobrou!)

O mestre do pequeno,

O palhaço que restou!

Verse 4

Slower but tense, Dramatic delivery, Whispered parts

A moral tá no lixo,

Com etiqueta de grife.

Você mata o bicho,

E reclama do bife.

Não tem fato, só pose,

Na vitrine do medo.

Uma overdose,

De segredo e enredo.

Verse 5

Sudden fast tempo, Punchy lines

A serpente te olha,

Com olho de Brasa!

Ela te escolhe na bolha,

Do seu tempo perdido.

Cospe o ouro,

Morde a maçã.

O seu tesouro,

Não chega amanhã!

Chorus

Maximum intensity, Full band blast, High energy

É a dieta da serpente,

Comendo a própria cauda!

Gente que não sente,

Vendendo a alma por uma salva de palmas!

(Engole o veneno!)

(Cospe o que sobrou!)

Outro

Music slows down to a cynical bass and drum beat

Cazuza's spoken voice, tired and ironic

E aí? Tá gostoso o banquete?

A conta chega... e ninguém tem troco.

Saúde... pra quem ainda tem dente.

(A serpente... sou eu.)

(A serpente... é você.)

Fade out

End

Silent end

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