
Zerø – Inexistente (Rick & Morty) (Remastered)
male vocals pop beat sed, acoustic

Zerø – Inexistente (Rick & Morty) (Remastered)
male vocals pop beat sed, acoustic
Lyrics
Verso 1
Viagem entre meu universo cósmico, é tão bonito,
As estrelas brilham forte… mas meu coração ta, tão vazio.
Galáxias me cercam, mas é só mais um vazio,
Eu flutuo pelo espaço, mas ja me sinto tao sozinho.
Planetas giram perto, mas nada gira aqui comigo,
A beleza do cosmos não preenche o que eu já perdi comigo.
No silêncio das estrelas, eu escuto meu próprio grito,
E ele ecoa pelo universo… sem destino.
Ponte
E eu caminho entre constelações procurando um sentido,
Mas cada passo que eu dou parece sempre repetido.
O universo é tão imenso, mas eu sigo dividido,
Como se meu próprio coração tivesse desaparecido.
Estrelas me chamam, mas eu sigo sem destino,
Perdido em tantas rotas que eu mesmo defino.
Viajo entre mundos tentando fugir de mim mesmo,
Mas onde quer que eu vá… eu também me levo.
Refrão
Viajo pelo universo, buscando o meu sentido,
Falo com as estrelas, buscando um sentido,
Cruzo mundos e mundos tentando achar o meu sentido,
No tamanho do cosmos… ainda caminho sozinho.
Verso 2
Eu vejo universos que ninguém mais pode imaginar,
Resolvo enigmas que fariam a própria morte recuar.
Minha mente brilhante, veloz, difícil de alcançar,
Mas nem todo conhecimento consegue me confortar.
Crio invenções que dobram tempo e realidade,
Mas nada preenche a ausência da minha humanidade.
Sou o gênio do multiverso, mas perdido em minha própria mente,
Entre cálculos e fórmulas, encontro só solidão e um vazio.
Portais se abrem, eu vejo tudo, mas nada posso mudar,
O preço de ser gênio é a dor de sempre enxergar.
Milhões de mundos passam, mas ninguém consegue me alcançar,
A mente brilha demais… e o coração só sabe...
Saber demais é carregar o peso do universo,
Cada descoberta me afasta, me torna adverso.
Meu intelecto é bênção e maldição ao mesmo tempo,
E no infinito da razão… eu sinto só sofrimento.
Viajo pelo universo, buscando o meu sentido,
Falo com as estrelas, tentando achar sentido.
Cruzo mundos e mundos atrás do meu caminho,
E no tamanho do cosmos… ainda caminho sozinho.
