
Brasa de Nós
This intense acoustic funk poem features a soft male Portuguese-Brazilian voice opening over nylon guitar fingerpicking in D minor. Brushes and cajón weave in, joined by subtle piano and soft bass. Dynamics grow in the chorus, peaking in an emotional climax as the bold female and gentle male voices intertwine in a powerful, harmonized duet, blending rhythmic drive with lyrical melodic interplay.

Brasa de Nós
This intense acoustic funk poem features a soft male Portuguese-Brazilian voice opening over nylon guitar fingerpicking in D minor. Brushes and cajón weave in, joined by subtle piano and soft bass. Dynamics grow in the chorus, peaking in an emotional climax as the bold female and gentle male voices intertwine in a powerful, harmonized duet, blending rhythmic drive with lyrical melodic interplay.
Lyrics
Nota: Está já tem um tempo que queria postar, espero que apreciem.
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Da Prada, pro ouro,
sua voz, um tesouro.
E eu, perdido no tempo,
na curva de um sentimento,
encarando seu olhar —
puro entretenimento.
Eu já amei demais,
e me doei crua, sem medo.
Beijei promessas de vidro,
e sangrei por cada beijo.
Na pressão, duas almas se chocam,
Fui sinfonia afogada...
Cada dor vira nota,
na sinfonia da alma...
Você não me prende,
me acolhe.
Não me molda,
me descobre.
Entre ruínas e acasos,
a gente se escolhe.
Nova brasa, chama eterna,
que o frio não apaga,
nem a dor encerra.
Você constrói, de cima a sul
eu me desfaço.
No compasso do espaço,
ambos nos refazemos no abraço.
Olhos de botão,
me guiam sem perdão,
como estrelas costurando
cada parte em reconstrução.
Se antes me apaguei por paixão,
hoje brilho por inteiro.
Me lanço sem medo,
queimo com calma,
meus sentimentos são morteiros.
Te amar agora…
é finalmente me amar.
Você não me prende,
me acolhe.
Não me molda,
me descobre.
Entre ruínas e acasos,
a gente se escolhe.
Nova brasa, chama eterna,
que o frio não apaga!
Você não me prende,
me acolhe.
Não me molda,
me descobre.
Entre ruínas e acasos,
a gente se escolhe.
Nova brasa, chama eterna,
que o frio não apaga,
nem a dor encerra....
Renasci em você,
e você em mim.
Do caos, fizemos lar.
Do fim, fizemos sim.
Esquecemos quem nos esqueceu,
perdemos o que nunca foi céu.
E nessa chama onde tudo arde,
o amor ficou —
e o resto é tarde.
