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Crymini - Veneno Gentil (Shinobu Kocho)

Crymini - Veneno Gentil (Shinobu Kocho)

Opening with swirling pads and airy shakuhachi phrasing, this atmospheric, orchestral piece sets a lush, otherworldly soundscape. Ethereal children’s choir layers glide over a pulsing electronic beat, joined by strings and woodwinds, expanding dynamically into each chorus for immersive cinematic depth.

TakakuraV5 ♾️·5:09

Lyrics

Intro

Oh oh oh oh

Verso 1

Entre flores que não dormem

E um céu que insiste em doer

Eu aprendi a sorrir

Pra não deixar o ódio me vencer

Minhas mãos são pequenas

Pra segurar a lâmina do fim

Então fiz do veneno

Um jeito silencioso de existir

Dizem que não pareço forte

Que minha voz é vento e flor

Mas toda calma que carrego

Nasceu da ausência e da dor

Pré-Refrão

Eu não grito

Oh oh oh

Eu não corro

Oh oh oh

Eu danço com a morte devagar

Cada passo é uma prece

Que ninguém vai escutar

Refrão

(O Veneno gentil)

(Viu o que ninguém viu)

Cho no mai: Tawamure

Que o aroma sempre perdure

Cho no mai: Tawamure

Se os insetos querem que eu lute

Serei seu riso que esconde a tempestade

A luz suave antes do cair

Se o mundo só entende violência

Eu vou ensinar a ferir sem ferir

Como uma borboleta no inverno

Bela demais pra sobreviver

Mas mesmo frágil

Eu escolhi proteger

Verso 2

Uma irmã virou memória

E o céu ficou menor

Promessas presas na garganta

Entre o perdão e o rancor

As flores congelaram no inverno

As borboletas perderam suas asas para o frio eterno

Carregando nomes no silêncio

Que o tempo não quis curar

Cada demônio que eu enfrento

É alguém que eu não pude salvar

Eu não odeio…

Mas também não esqueço

Minha paz é construída

No limite do avesso

Pré-Refrão

Se eu cair

Oh oh oh

Não chorem por mim

Oh oh oh

Que minhas cinzas virem pétalas

No jardim do fim

Ponte

静かな夜に

私は祈る

憎しみさえも

包み込めるように

弱さの中に

強さは咲く

蝶の羽で

運命を斬る

(Oh oh oh oh oh oh oh

Oh oh oh oh oh oh oh)

Refrão

(O Veneno gentil)

(O frio consumiu)

Cho no mai: Tawamure

Que o aroma sempre perdure

Cho no mai: Tawamure

Se os insetos querem que eu lute

Serei o veneno que não grita

A mão gentil antes do fim

Se esse mundo pede sangue

Que ele não venha de mim

Como um sonho que se desfaz

Ao tocar a realidade

Eu sorrio…

Mesmo sangrando por dentro de verdade

Outro

Quando o vento passar pelo campo

E as flores voltarem a abrir

Talvez alguém lembre meu nome

Sem saber quem eu fui

Não como um pilar

Nem como vingança ou dor

Mas como alguém

Que escolheu ser suave

Num mundo que só ensinou a ser cruel

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