
Crymini - Veneno Gentil (Shinobu Kocho)
Opening with swirling pads and airy shakuhachi phrasing, this atmospheric, orchestral piece sets a lush, otherworldly soundscape. Ethereal children’s choir layers glide over a pulsing electronic beat, joined by strings and woodwinds, expanding dynamically into each chorus for immersive cinematic depth.

Crymini - Veneno Gentil (Shinobu Kocho)
Opening with swirling pads and airy shakuhachi phrasing, this atmospheric, orchestral piece sets a lush, otherworldly soundscape. Ethereal children’s choir layers glide over a pulsing electronic beat, joined by strings and woodwinds, expanding dynamically into each chorus for immersive cinematic depth.
Lyrics
Intro
Oh oh oh oh
Verso 1
Entre flores que não dormem
E um céu que insiste em doer
Eu aprendi a sorrir
Pra não deixar o ódio me vencer
Minhas mãos são pequenas
Pra segurar a lâmina do fim
Então fiz do veneno
Um jeito silencioso de existir
Dizem que não pareço forte
Que minha voz é vento e flor
Mas toda calma que carrego
Nasceu da ausência e da dor
Pré-Refrão
Eu não grito
Oh oh oh
Eu não corro
Oh oh oh
Eu danço com a morte devagar
Cada passo é uma prece
Que ninguém vai escutar
Refrão
(O Veneno gentil)
(Viu o que ninguém viu)
Cho no mai: Tawamure
Que o aroma sempre perdure
Cho no mai: Tawamure
Se os insetos querem que eu lute
Serei seu riso que esconde a tempestade
A luz suave antes do cair
Se o mundo só entende violência
Eu vou ensinar a ferir sem ferir
Como uma borboleta no inverno
Bela demais pra sobreviver
Mas mesmo frágil
Eu escolhi proteger
Verso 2
Uma irmã virou memória
E o céu ficou menor
Promessas presas na garganta
Entre o perdão e o rancor
As flores congelaram no inverno
As borboletas perderam suas asas para o frio eterno
Carregando nomes no silêncio
Que o tempo não quis curar
Cada demônio que eu enfrento
É alguém que eu não pude salvar
Eu não odeio…
Mas também não esqueço
Minha paz é construída
No limite do avesso
Pré-Refrão
Se eu cair
Oh oh oh
Não chorem por mim
Oh oh oh
Que minhas cinzas virem pétalas
No jardim do fim
Ponte
静かな夜に
私は祈る
憎しみさえも
包み込めるように
弱さの中に
強さは咲く
蝶の羽で
運命を斬る
(Oh oh oh oh oh oh oh
Oh oh oh oh oh oh oh)
Refrão
(O Veneno gentil)
(O frio consumiu)
Cho no mai: Tawamure
Que o aroma sempre perdure
Cho no mai: Tawamure
Se os insetos querem que eu lute
Serei o veneno que não grita
A mão gentil antes do fim
Se esse mundo pede sangue
Que ele não venha de mim
Como um sonho que se desfaz
Ao tocar a realidade
Eu sorrio…
Mesmo sangrando por dentro de verdade
Outro
Quando o vento passar pelo campo
E as flores voltarem a abrir
Talvez alguém lembre meu nome
Sem saber quem eu fui
Não como um pilar
Nem como vingança ou dor
Mas como alguém
Que escolheu ser suave
Num mundo que só ensinou a ser cruel
