
Rei de Gotham | Pinguim (DC Comics)
A dark, aggressive hip hop track merging boom bap drums with G-funk synths and deep basslines. Orchestral strings and brass layer an epic, cinematic atmosphere, evoking Gotham’s shadows. Intense scratches accentuate freestyle rap verses, building to dramatic orchestral swells in the hook.

Rei de Gotham | Pinguim (DC Comics)
A dark, aggressive hip hop track merging boom bap drums with G-funk synths and deep basslines. Orchestral strings and brass layer an epic, cinematic atmosphere, evoking Gotham’s shadows. Intense scratches accentuate freestyle rap verses, building to dramatic orchestral swells in the hook.
Lyrics
Intro
Yeah
Nascido na escuridão de Gotham
Melancolia profunda
Essa cidade tão imunda
Onde o amor não rola
Eu não parecia humano, eu era diferente
Um pássaro, um monstro, uma aberração vista de frente
Mas ainda era humano, mas não tratado como gente
Meu pai morreu tão de repente
Minha mãe de verdade me amava
Mas era superproteção
Que mais me prejudicava do que ajudava
E logo no caixão...
Ela também já estava
A dura verdade eu enfrentaria...
Naquele dia...
(Dia)
Verso 1
Tive que aprender a me virar sozinho
Tanto bullying e zombaria
Um pássaro esquisitão, tanta dor em meu caminho
Só com as aves que fiz novos amigos
Até que finalmente descobri:
Não sou um monstro, um mutante repugnante, sou um pinguim!
E são eles com seus grandes números que dominam o frio
Por isso dessa cidade escrota eu só rio e rio
Por que eu sei que eu tenho um novo destino
Não demorou muito para o submundo estar sob meu domínio
Pois se não possuem compaixão, eu também não terei
Para o crime nesse lixo de Gotham cheia de corrupção eu entrei, e eu não errei
E agora dessa cidade, eu sou o rei!
Refrão
Sou o Rei de Gotham City
Onde seu sonho não existe
Nesta cidade sombria, os segredos vão se revelar
Corrupção e ganância ou a cidade, quem veio primeiro afinal?
Os pinguins são meus irmãos, numa vida infernal
Eles foram os únicos que me trataram como igual
Na guerra do poder, é o meu desejo ardente
Não sigo sua moral, afinal nem sou gente
Nesse jogo sujo, onde o fraco é o culpado
Os pobres comem brioches,
E veneram um líder fracassado
Enquanto os ricos tem um rei consagrado
Ponte
Quem nunca coube na fotografia
Aprende a beliscar o escuro com os dentes
É fácil amar o belo ao meio-dia
Difícil é ver beleza em quem não mente
Verso 2
A fome me ensinou a língua dos ratos
Nos becos, contratos têm cheiro de mar
Não conto segredos, eu conto contatos
Não tenho amigos, só aliados
E cada aperto é um preço a cobrar
O riso dos nobres pesa como chumbo
Mas afunda igual quando toca o chão
Quem sabe perder aprende o rumo
Quem sabe do frio aprende chegar ao fundo
O mundo não é feito pra gente como nós, sem voz,
Por isso, temos que lutar por aquilo que é só nosso, feroz
Afinal, sou sábio como ninguém conhece, eu afirmo
E meu poder resplandece, sou a força que o mundo já viu com vivo brilho
Não peço desculpas por caber no casulo
Nem por ter feito do defeito um farol
Se a vida me deu um bico torto
Eu furei o céu e trouxe meu sol
Não vou parar até ver o morcego morto
Incriminar-lo para vê-lo no fundo do poço
Afinal se a população o enxergar como um monstro
Se as autoridades o verem como um estorvo
Finalmente vão pensar:
Que tipo de salvador só age nas sombras?
Um salvador que só quer salvar a si mesmo
A solidão é um terno sob medida
Cai como chuva, seca como lei
Se a cidade me morde, eu devolvo a mordida
E ofereço abrigo pra quem beijei
Afinal os súditos tem que ver seu rei
Ponte
Que o frio me guarde o que o ouro não pode
Que a neve esconda o que o sangue dirá
Se o amor não cabe, que a noite me adote
Sou ave sem asas, mesmo assim aprendi a voar
Não foram os plebeus, nem os poderosos
E sim as aves que me elegeram como o novo...
(Rei rei rei rei)
Refrão
Rei de - Rei de Gotham City
Onde seu sonho não existe
Nesta cidade sombria, os segredos vão se revelar
Corrupção e ganância ou a cidade, quem veio primeiro afinal?
Os pinguins são meus irmãos, numa vida infernal
Eles foram os únicos que me trataram como igual
Na guerra do poder, é o meu desejo ardente
Não sigo sua moral, afinal nem sou gente
Nesse jogo sujo, onde o fraco é o culpado
Os pobres comem brioches,
E veneram um líder fracassado
Enquanto os ricos tem um rei consagrado
Yeah
