
Tudo virou pó [Tomura Shigaraki/My Hero Academia]
aura phonk, brazilian funk, dark, bruxaria, creepy, aggressive, guitar riffs, montagem funk, dark, high-energy, favela funk, tragic, epic orchestral

Tudo virou pó [Tomura Shigaraki/My Hero Academia]
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Lyrics
Intro
Minhas mãos ainda doem…
Mesmo quando não tocam nada
Verso 1
Era só uma criança querendo respirar
Num lar onde carinho era coisa ilegal
“Heróis são tudo”, diziam pra mim
Mas ninguém me salvou quando tudo virou pó no quintal
Coceira na pele, medo no olhar
Cada palavra engolida virava rancor
Aprendi cedo que sorrir machuca
Quando amor vem misturado com dor
Eu chamava por alguém
Mas o céu ficou em silêncio
Heróis passavam longe
Enquanto meu mundo caía em fragmentos
Pré-Refrão
Minhas mãos tremiam
Sem saber por quê
Eu só queria um abraço
Mas toque virou morrer
Refrão
Tudo virou pó
Quando eu pedi ajuda
Minha casa, meu nome
Minha infância muda
Se isso é justiça
Então eu cuspo nela
Se isso é ser herói
Eu escolhi ser a ruína dela
Verso 2
Quando acordei no meio da rua
Coberto de culpa e cinzas
Meu choro não tinha som
Meu rosto não tinha vida
Eles olharam e desviaram
Como se eu fosse sujeira
Foi ali que eu aprendi
Que ninguém salva quem cheira a desespero
Até que uma mão me encontrou
Não pra curar, mas pra usar
Chamou meu ódio de propósito
Deu um nome novo pro meu lugar
Pré-Refrão
Disseram: “destrua”
E eu obedeci
Porque destruir o mundo
Dói menos do que lembrar de mim
Refrão
Tudo virou pó
Quando eu pedi ajuda
Minha casa, meu nome
Minha infância muda
Se isso é justiça
Então eu cuspo nela
Se isso é ser herói
Eu escolhi ser a ruína dela
Ponte
Eu não nasci um monstro
Eu fui deixado pra trás
Cada passo sem socorro
Construiu quem sou hoje, demais
As mãos no meu rosto
Não me deixam esquecer
Carrego mortos comigo
Porque ninguém me ensinou a viver
Verso 3
Agora me chamam de vilão
Como se fosse simples assim
Mas vilão é quem vira o rosto
Quando uma criança grita no fim
Eu não quero o mundo
Eu quero que ele sinta
A mesma dor ignorada
Que me moldou em ruína
Se tudo precisa acabar
Pra alguém finalmente olhar
Então que desmorone inteiro
Até ninguém mais se calar
Refrão
Tudo vira pó
Quando ninguém escuta
Se o sistema falha
A tragédia se recruta
Eu sou o erro não corrigido
A ferida aberta no chão
Não sou o mal por escolha
Sou o resultado da omissão
Outro
Se alguém tivesse segurado minha mão…
Talvez eu não tivesse aprendido
A destruir tudo
Que eu ainda queria amar.
