
2. Ouvindo de Longe
folk, r&b, soulblending folk storytelling with r&b rhythm and gospel-blues soul, acoustic, deep, smooth, warm, r&b, smoky, and laid-back drums, the mood is sensual, groove-driven indie soul with blues and folk influences, warm, intimate but not overly deep, layered with subtle gospel-style harmonies, electric and acoustic guitars intertwine with a steady bass groove, and confessional—like a midnight prayer tangled with desire, emotional but grounded, gospel, electric, emotional, vocal, blues, soul, earthy, steady, soulful, breathy, folk, sensual, soulful organ swells, breathy male vocal—smooth and resonant

2. Ouvindo de Longe
folk, r&b, soulblending folk storytelling with r&b rhythm and gospel-blues soul, acoustic, deep, smooth, warm, r&b, smoky, and laid-back drums, the mood is sensual, groove-driven indie soul with blues and folk influences, warm, intimate but not overly deep, layered with subtle gospel-style harmonies, electric and acoustic guitars intertwine with a steady bass groove, and confessional—like a midnight prayer tangled with desire, emotional but grounded, gospel, electric, emotional, vocal, blues, soul, earthy, steady, soulful, breathy, folk, sensual, soulful organ swells, breathy male vocal—smooth and resonant
Lyrics
Intro – murmúrio/gospel
Mmm… ohh… (respira)
Deixa o rio falar, amém…
Verso 1
Cidade acesa, meia-noite e um,
meu fone cheio de estática e sermão.
Falam “descobrir”, mas eu já entendi:
ninguém descobre quem já se conhece em si.
Dobro os mapas, guardo o meu juízo,
a floresta guarda nomes que não são meus.
Se eu me aproximo, que seja do avesso:
primeiro escuto, depois sou eu.
Pré-Refrão
Tiro o sapato pra pisar mais leve,
se o vento diz “não”, eu digo “amém”.
Se for amor, que seja sem cercar,
se for cantar, que seja pra calar também.
Refrão
Deixa o rio correr no nome que ele tem,
deixa a língua viver no corpo de quem é.
Não há “último”, só cuidado e bem-querer—
respeito à distância, coração de pé.
Mmm… (amém)
Respeito à distância, coração de pé.
Verso 2
Ilha guardada por sentinelas,
florestas inteiras falam baixo além.
Não é segredo: é direito, é terra,
é o tempo deles que protege o bem.
Entre o meu ritmo e o passo do outro,
eu desço da bolha, desaprendo a lei
de pôr etiquetas em tudo que encontro—
hoje eu aprendo a não tocar, e sei.
Pré-Refrão
Tiro o sapato pra pisar mais leve,
se o vento diz “não”, eu digo “amém”.
Se for ajudar, que seja convidado,
se for olhar, que nunca seja além.
Refrão
Deixa o rio correr no nome que ele tem,
deixa a língua viver no corpo de quem é.
Não há “último”, só cuidado e bem-querer—
respeito à distância, coração de pé.
Ohh… (amém)
Respeito à distância, coração de pé.
Ponte – chamada e resposta
— Quem fala? (Coro: “Quem fala?”)
— Quem vive ali. (Coro: “Deixa ouvir.”)
— Quem decide? (Coro: “Quem decide?”)
— Quem sempre foi. (Coro: “Deixa existir.”)
— O que eu faço?
— Eu guardo espaço, abro o peito e desço a voz:
midnight prayer, desejo de aprender com o “nós”.
Break – órgão/vozes
Mmm… ohh… amém… (camadas suaves)
Refrão – final com harmonias
Deixa o rio correr no nome que ele tem,
deixa a língua viver no corpo de quem é.
Se for encontro, que seja consentido—
graça e silêncio, e o amor de pé.
Mmm… (amém)
Graça e silêncio, e o amor de pé.
Outro
Eu fico de longe, guardo o respeito,
cada mundo é mundo inteiro— amém.
