
Soulbound (Portuguese) (Remix)
Portuguese folk-pop, acoustic indie folk, 118 BPM, 4/4 strum, steel-string percussive strumming, muted string thwack, fingerpicked bassline, nylon-string countermelody, cello drone, violino harmonies, breathy tenor lead, female harmony hooks, dry room sound, close-mic intimacy, tape saturation, natural compression, bittersweet longing, heartfelt intensity

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Soulbound (Portuguese) (Remix)
Portuguese folk-pop, acoustic indie folk, 118 BPM, 4/4 strum, steel-string percussive strumming, muted string thwack, fingerpicked bassline, nylon-string countermelody, cello drone, violino harmonies, breathy tenor lead, female harmony hooks, dry room sound, close-mic intimacy, tape saturation, natural compression, bittersweet longing, heartfelt intensity
Creator: [email protected]Release Date: May 24, 2026
Lyrics
Da cidade à beira-mar
Pràs terras longe, depois do lusco-fusco
Por muito mundo qu’eu corresse
Tu nunca me saíste do peito, ó moço
Tentei fazer vida na liberdade
No rebuliço, no vento e no céu aberto
Mas a paz só me bateu de frente
Quando te vi os olhos de perto
Achei o meu tesouro onde comecei
Por cima da distância e do tempo corrido
Tanta volta, tanta estrada
Só pra ouvir teu coração junto ao meu sentido
Tal e qual o rio procura o mar
E a lua torna sempre à maré
Havia qualquer coisa antiga
Que me puxava p’ra ti sem dar fé
De repente o mundo ficou quedo
Mesmo como devia ficar
O destino é água paciente
A correr sem nunca parar
Achei o meu tesouro onde comecei
No silêncio desses olhos teus
Depois de tantas léguas no caminho
Tu eras casa em todos os céus
Agora percebo a jornada
Nunca foi p’ra me perder por aí
Era só p’ra eu dar valor
Ao amor que nunca arredou de mim
Achei o meu tesouro onde comecei
Na amizade que sempre ficou
E o universo andou às voltas
Só p’ra me trazer onde o coração chamou
Agora a estrada segue aberta
Mas já não ando sozinha não
Porque o destino nunca esteve longe
Sempre foi caminho de regresso ao coração
Pràs terras longe, depois do lusco-fusco
Por muito mundo qu’eu corresse
Tu nunca me saíste do peito, ó moço
Tentei fazer vida na liberdade
No rebuliço, no vento e no céu aberto
Mas a paz só me bateu de frente
Quando te vi os olhos de perto
Achei o meu tesouro onde comecei
Por cima da distância e do tempo corrido
Tanta volta, tanta estrada
Só pra ouvir teu coração junto ao meu sentido
Tal e qual o rio procura o mar
E a lua torna sempre à maré
Havia qualquer coisa antiga
Que me puxava p’ra ti sem dar fé
De repente o mundo ficou quedo
Mesmo como devia ficar
O destino é água paciente
A correr sem nunca parar
Achei o meu tesouro onde comecei
No silêncio desses olhos teus
Depois de tantas léguas no caminho
Tu eras casa em todos os céus
Agora percebo a jornada
Nunca foi p’ra me perder por aí
Era só p’ra eu dar valor
Ao amor que nunca arredou de mim
Achei o meu tesouro onde comecei
Na amizade que sempre ficou
E o universo andou às voltas
Só p’ra me trazer onde o coração chamou
Agora a estrada segue aberta
Mas já não ando sozinha não
Porque o destino nunca esteve longe
Sempre foi caminho de regresso ao coração
