
Mulher Sem Expressão
Dark ambient trap instrumental with eerie and cinematic atmosphere, designed to evoke unease and psychological tension. Use deep sub-bass and slow, heavy 808s blended with minimalistic trap drums — crisp but distant snares, sparse hi-hats, and echoing percussive hits. Layer ghostly pads, reversed piano melodies, and haunting vocal textures that sound human yet unnatural, creating a sense of something uncanny. Incorporate subtle industrial noises, metallic reverb tails, and occasional silence to build suspense and discomfort. The tempo should be slow and hypnotic, drawing the listener into an unsettling trance. The overall mood should feel elegant yet terrifying — calm on the surface, but with a lurking menace beneath. Perfect for a chilling rap or spoken performance that explores fear, obsession, and the horror of emotionless beauty

Mulher Sem Expressão
Dark ambient trap instrumental with eerie and cinematic atmosphere, designed to evoke unease and psychological tension. Use deep sub-bass and slow, heavy 808s blended with minimalistic trap drums — crisp but distant snares, sparse hi-hats, and echoing percussive hits. Layer ghostly pads, reversed piano melodies, and haunting vocal textures that sound human yet unnatural, creating a sense of something uncanny. Incorporate subtle industrial noises, metallic reverb tails, and occasional silence to build suspense and discomfort. The tempo should be slow and hypnotic, drawing the listener into an unsettling trance. The overall mood should feel elegant yet terrifying — calm on the surface, but with a lurking menace beneath. Perfect for a chilling rap or spoken performance that explores fear, obsession, and the horror of emotionless beauty
Lyrics
Se contar, ninguém acredita!
Como que pode um rosto
Não transmitir um sinal de vida?
Um rosto, uma face
Tão vazia!
Médicos aterrorizados
Com um ser tão pálido
Que todos ali intriga!
De repente o seu rosto
Começa a mudar!
Amedrontando a todos
Aquele monstro quer os matar!
[refrão]
Uma mulher sem expressão!
Não há nada, em seu coração?
Uma lenda, realidade?
Ficção, ou verdade?
Um demônio, que se autointitula divindade!
Impondo medo, e terror!
De repente, um sorriso formou!
Uma mulher sem expressão!
Com um sadismo, sem expressar feição!
[verso 2]
Chamem ajuda…
Ela sorriu, e sorriu!…
Chamem ajuda…
Como um demônio, o médico ela mordeu
E não resistiu!
Um por um matando
To-dos!
Agora um sorriso em seu
Ros-to!
Não sobrará nenhum, empilhando
Cor-pos!
E seu vazio retorna aos
Pou-cos!
Se contam essa história
É que alguém sobreviveu!
Mas para a pobre enfermeira, está em sua memória
A imagem de cada um que morreu!
[refrão]
Uma mulher sem expressão!
Não há nada, em seu coração?
Uma lenda, realidade?
Ficção, ou verdade?
Um demônio, que se autointitula divindade!
Impondo medo, e terror!
De repente, um sorriso formou!
Uma mulher sem expressão!
Com um sadismo, sem expressar feição!
[finalização]
Isso ainda tá na minha mente…
Aquilo não pode ser humano!
Hoje, tento seguir em frente…
(Ah…)
Mas quando entro naquele quarto
Sinto os flashbacks voltando!
[refrão]
Uma mulher sem expressão!
Não há nada, em seu coração?
Uma lenda, realidade?
Ficção, ou verdade?
Um demônio, que se autointitula divindade!
Impondo medo, e terror!
De repente, um sorriso formou!
Uma mulher sem expressão!
Com um sadismo, sem expressar feição!
[instrumental]
