
Ecos do silêncio
A somber alt-pop track with sparse piano and pulsing sub-bass sets the mood, airy synth pads weaving beneath melancholic melodies. Rhythmic snaps and distant guitar textures build into layered vocal harmonies at the chorus, while subtle electronic beats drive the verses forward.

Ecos do silêncio
A somber alt-pop track with sparse piano and pulsing sub-bass sets the mood, airy synth pads weaving beneath melancholic melodies. Rhythmic snaps and distant guitar textures build into layered vocal harmonies at the chorus, while subtle electronic beats drive the verses forward.
Lyrics
Caminhei por ruas frias,
onde o vento sussurra o que restou.
Entre promessas partidas,
encontrei o eco do que sou.
E mesmo sem direção,
a dor virou minha oração.
Entre a sombra e o luar,
a verdade vem me procurar.
Sou o grito que ninguém ouviu,
a chama que o tempo não extinguiu.
Carrego em mim o peso da aurora,
que nasce e morre a toda hora.
Sou metade luz, metade solidão,
um espelho partido em contradição.
Se a noite me leva, o dia implora
pra eu voltar... mas eu vou embora.
Nas memórias que o tempo apagou,
há fantasmas que ainda falam de nós.
Cada lágrima que o céu chorou
carrega o som da tua voz.
E no silêncio aprendi
que o amor também pode ruir.
Mas mesmo entre cinzas e dor,
eu renasço — por amor.
Sou o grito que ninguém ouviu,
a chama que o tempo não extinguiu.
Carrego em mim o peso da aurora,
que nasce e morre a toda hora.
Sou metade luz, metade solidão,
um espelho partido em contradição.
Se a noite me leva, o dia implora
pra eu voltar... mas eu vou embora.
Entre o bem e o mal, eu me despedaço.
No abismo do tempo, ainda te abraço.
Teu nome ecoa — como prece no ar,
mesmo em silêncio, eu sei... vou te lembrar.
E quando o sol, enfim, morrer,
entre luz e sombra... vou renascer.
